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sábado, 28 de janeiro de 2012

Receita: Arroz à grega


Caros leitores, hoje venho trazer para vocês uma receita bem básica, qualquer pessoa que se aventura na cozinha deve aprender a faze-la. É a receita de arroz à grega. Porque digo que você deve aprender? Porque ele é perfeito para incrementar a refeição quando ocorrem aquelas comemorações especiais, ou quando se quer impressionar as visitas. E é bem simples de fazer. Então, sem preguiça, ao trabalho!

Características


CategoriaGuarnição
Tempo de preparoAproximadamente 30 minutos
Rendimento6 porções
ComplexidadeMuito simples


Ingredientes

- 1 copo de arroz branco
- 2 copos de água
- 1 saquinho de tempero Meu Arroz da Knorr
- 5 colheres de sopa de ervilha
- 1/4 de xícara de queijo parmesão ralado
- meia cenoura
- 6 colheres de sopa de passas
- 1/4 de xícara de salsinha e cebolinha picadinha
- tempeiro meu arroz
- 1 colher de sopa de manteira (caprichada)


Preparo


Prepare o arroz da forma tradicional, aqui você pode encontrar um tutorial passo a passo.

Este tutorial explica como fazer um arroz soltinho e temperado utilizando o tempero Meu Arroz da Knorr. Enquanto o arroz fica pronto, vá descascando a cenoura e cortando em cubinhos bem pequenos.

Uma vez que o arroz esteja pronto, remova-o da panela e reserve em um recipiente.


Pegue uma panela grande, ascenda o fogão em fogo alto e disponha a manteira na panela. Deixe a manteiga ir derretendo, utilizando uma colher de pau para auxiliar a desmanchar a manteiga.

Uma vez que a manteiga esteja toda derretida, acrescente os ingredientes, nesta ordem: cenoura, ervilhas, passas e a cebolinha. Misture estes ingredientes por um breve tempo, não maior que um minuto. Em seguida, acrescente o queijo parmesão ralado, misturando sempre.


Deixe o queijo derreter, sem parar de misturar. Quando todo o queijo estiver derretido, pegue o conteúdo da panela e misture com o arroz separado em um recipiente. Distribua a salsinha uniformemente pelo arroz e misture tudo abundantemente até todos os ingredientes ficarem bem equilibrados.





Pronto, aí está seu arroz à grega, perfeito para uma refeição em família aos domingos.



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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Andouillette, o prato mais fedido do mundo - Viagem Europa - 15º dia - Parte I

Fala pessoal, como vão? Se vocês leram o último post sobre a viagem gastronômica de 18 dias pela Europa, sabem que hoje vem bomba. O post de hoje é único, hilário. Neste 15º dia de viagem, já no finzinho desta louca aventura, comemos um prato bem exótico. Exótico demais! Já ouviu falar de Andouillette? Se sua resposta foi não, você é feliz. Sinceramente, eu nunca vi (ou senti) nada tão fedido em toda a minha existência.



Você já sentiu um cheiro muito ruim, do tipo que faz passar mal, ter náuseas, ânsias, aquele cheiro de carne apodrecendo no sol quente por duas semanas e depois frita em banha de porco usada? Ou aquele cheiro de banheiro de beira de estrada, sem ser lavado por uma semana? Ou ainda o cheiro de banheiro de boate barata já no fim da festa? Some todos estes odores fétidos e mais qualquer um que você possa imaginar e você ainda não terá um cheio que se compare ao do Andouillette.

O Andouillette é um prato tipicamente Francês e nada mais é que uma linguiça bem concentrada, cheia de entranhas de porco, incluindo o cólon. O cólon, caso não saiba, é a maior porção do intestino grosso, justamente por onde passa os restos da lavagem que o porco come antes de ser expelida (wikipedia). Claro que eu não sabia de nada disso, ou eu, apesar de ser bastante aberto a fazer experimentos, dificilmente teria me aventurado a comer esta linguiça no mínimo diferente.

Tudo começou, como sempre, com a maior inimiga da perfeição, a pressa. Havíamos acabado de sair do museu do Louvre, um dos mais famosos museus de Paris, onde fica a pintura original da famosa Mona Lisa. Havíamos combinado de comer rápido, pois ainda tínhamos muitos planos para o dia, inclusive visitar a torre Eiffel, que não conseguimos subir no dia anterior. Saindo do museu do Luvre existe uma praça de alimentação, onde podemos encontrar os mais variados restaurantes. Porém, o cabeção aqui inventou de comer a qualquer custo um prato francês, afinal, não fazia nenhum sentido eu fazer uma viagem gastronômica e não experimentar pelo menos um prato típico de cada país.

Encontramos um restaurante francês na praça de alimentação, porém todos os pratos pareciam mal servidos e minha fome era grande, a não ser uma linguiça que vi que logo me atraiu, pois pelo tamanho parecia que ia facilmente suprir minha fome de leão. Na placa acima do prato constava o dizer: Andouillette.

Curioso sobre a procedência deste prato francês, perguntei, ao garçom, em Inglês, sobre o prato. Ele apenas me explicou que era uma linguiça feita com carne de porco mas não me deu muitos detalhes. Mas o que me assustou foi o que ele falou em seguida: "Eu não como". Este comentário foi bastante peculiar, e quando eu estava quase desistindo veio um francês que estava atrás de mim (acho que ele estava tirando uma com minha cara, só pode ser) e começou a falar, em Inglês também: Oui, oui! This is very good! (Sim, isso é muito bom). Ao olhar para frente, vi que duas mulheres haviam pego a tal linguiça. Pensei, não deve ser tão ruim, se tantas pessoas pegam para comer. Deve ser frescura desse garçom! Pois é, me arrependi amargamente. Pelo menos rendeu um post completo aqui no Mundo Gastronomic.

A linguiça veio acompanhada de purê de batatas e de uma espécie de couve com uns pedaços de legume que lembravam batata doce. Ao chegar na mesa, já com os pratos, observei que uma colega que estava conosco estava com uma expressão de pura angústia. Ela também havia pego o Andouillette. Nem precisamos perguntar o que havia acontecido, ela simplesmente falou: "Vai comendo, vai morrendo". Pensei comigo mesmo, não é possível, isso não pode ser tão ruim assim. Vai nessa!

Andouillette

À direita, o prato. A linguiça, é claro, é o Andouillette, e foi o primeiro item que fui logo atacar. Assim que meti a faca neste troço que parece mais um estrume, um bolo de entranhas pulou para fora da capa, como se nem as estranhas aguentassem ficar ali dentro. Junto com as estranhas, um cheiro que começou a impregnar a mesa. Desculpe-me, mas se isto não fosse um blog sério, eu falaria um palavrão. O odor que saiu da linguiça foi algo nauseante, achei que fosse perder os sentidos. Mas com um cheiro desse é impossível não sentir. Horrível, não há como descrever o quanto fedia! Parecia realmente que foi pego um porco, deixado apodrecendo por 15 dias, e aí sim feita a linguiça. Uma mistura de cheiro de defunto com fezes. Mas vocês acham que eu desisti? Não, eu tinha que experimentar, então encarei. Dois pedaços foi o máximo que consegui aguentar. O gosto era idêntico ao cheio, mas salgadinho. Eca, eu nunca vou esquecer esta experiência. Geralmente recomendo bons pratos aqui, mas aqui fica uma dica valiosa. Por favor, se puder evitar, NÃO coma o Andouillette. Não vá imaginando que você é forte e consegue encarar qualquer comida, pois nem o Hercules consegue encarar essa. Eu me torno automaticamente discípulo de qualquer mestre que consiga comer essa linguiça inteira, sem lacrimejar. Não vale tapar o nariz! hehehe.


Minha esposa comeu algo bem mais tradicional.
Fatias de presunto, batata frita e a couve nojenta. De sobremesa, uma tortinha de amoras que parecia bem bonitinha, mas que na verdade era super azeda e sem gosto.

Sinto dizer, mas este foi o pior dia da viagem, em termos gastronômicos. Mas, nessa vida, a gente tem que experimentar de tudo né? Mas se puder evitar, não experimente o Andouillette, rs. Pagamos a conta, que deu por volta de 30 euros chorados e fomos embora. Valeu a experiência.




Com isto, vou me despedindo por hora. Termino o post de hoje com uma foto que tirei assim que saí do museu do Louvre, na pirâmide que aparece no filme O Código da Vinci. Abraços e até a próxima!



terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Finalmente em Paris - Viagem Europa - 14º dia

Fala minha gente! É com muito prazer que estou aqui novamente falando sobre nossa nobre viagem gastronômica à Europa. No fim do 13º dia havíamos chegado mais uma vez na França, depois de mais um longo período de viagem. Neste 14º dia enfim estávamos em Paris, uma das mais belas cidades da Europa. Esta cidade é parada obrigatória para qualquer casal que for para Europa. Apesar do frio intenso, não há nada mais romântico que um beijo em cima da torre Eiffel (isso se você conseguir parar de bater os dentes de tanto frio, rs).


Como infelizmente neste 14º dia não há nada de especial para se dizer, em termos de restaurante que fomos ou prato exótico que comemos, pois comemos bem rápido para aproveitar o turismo, vou falar um pouco sobre Paris e deixar as expectativas para amanhã. Sim, foi no 15º dia de viagem que comemos o prato mais fedido do mundo. Pode até não ser oficialmente, mas para mim não há nada mais oficial que meu nariz. Então não deixe de vir aqui amanhã dar uma checada sobre o relato do dia mais hilários de toda viagem.

Paris é capital e maior cidade da França. Possui uma população estimada de mais de 12 milhões de habitantes e  é conhecida mundialmente. Paris já foi considerada a maior cidade do mundo entre os séculos 16 e 19.

Paris é hoje, no mundo moderno, um grande centro de corporações e cultura. É uma das cidades que possui mais empresas de telecom no mundo inteiro. Sua forte influência em diversas áreas, como política, mídia, educação, entretenimento, ciência e artes contribuem para o status que a cidade possui de ser uma das grandes cidades do mundo (wikipedia).

A gastronomia de Paris, e da França em si, é para mim um tanto quanto peculiar. Existem pratos franceses que são realmente muito bons, como a tradicional codorna. Os pratos geralmente possuem ótima apresentação, mostrando toda exuberância visual que os franceses apresentam em seus pratos. Em compensação, alguns pratos são, com todo respeito, simplesmente horríveis. Na boa, só sendo Frances mesmo para gostar de certos pratos, como o que vou falar amanhã, o Andouillette, uma espécie de linguiça feita com cólon de porco. Nojento!!! Mas disso vou falar amanhã. A França também produz excelentes vinhos e queijos que apesar de fedidos, são de ótima qualidade.

Neste 14º dia nós fizemos uma tour completa pela cidade, passando pela Champs-Élysées, pelo Rio Sena, torre Eiffel, Notredame, enfim, por diversos lugares. Só não deu para ficar muito tempo em nenhum deles, afinal estávamos com o ônibus da excursão. Até tentamos no final do dia ir na torre Eiffel, mas estava tão cheia que não conseguimos subir, fomos só para ver mesmo. Só no dia que se seguiu foi que conseguimos subir na torre. Vou falar disso amanhã.

No fim de todo esse tour, é claro que bateu uma fome danada. Mas como não havia comida decente no hotel e não conhecíamos nenhum restaurante decente por perto, adivinha quem estava lá para nos salvar? Isso mesmo, a bendita Dominos!! Essa pizzaria que tem a cada esquina aqui no Rio de Janeiro já me salvou muitas vezes, mas eu nunca imaginava comer uma pizza deles em Paris. Inusitado, sem dúvida.


Essa pizza do lado foi a que salvou nossa vida. Estávamos famintos. Eu lembro o nome do sabor: Chickenita, uma mistura de calabresa, peperoni, frango, catupiry, uma misturada só, mas que na fome caiu muito bem obrigado. Eu tenho mais é que agradecer, esse dia rendeu bastante e ainda comemos uma boa pizza, bem melhor que o cólon de porco do dia seguinte! E o melhor, só 6 euros e 90 cents! Dá para dividir para 3 pessoas tranquilo.

É isso ae pessoal, está tarde, por enquanto me despeço. Mas conto com a presença de vocês amanhã nesta mesma hora e mesmo canal para ver meu relato sobre o Andouillette. Por hora, até lá! Abraços e boa noite.




sábado, 21 de janeiro de 2012

Receita: Gratinado de bacalhau

Hoje vou postar uma receita especial, mais uma em que todos os créditos vão para minha sogra, uma cozinheira de mão cheia que tem dado uma tremenda contribuição para este blog. Vai acabar virando editora, hehehe.

Hoje apresento a vocês o gratinado de balhau. Gosto muito dessa receita, tem um bom rendimento e fica muito gostoso, satisfaz toda família. Nós fizemos no ano novo, deu para todos comerem e ainda sobrou um pouco. Então, sem mais, vamos aos ingredientes!

Características


CategoriaPrato principal
Tempo de preparoAproximadamente 45 minutos
Rendimento8 porções
ComplexidadeSimples


Ingredientes



- 1 xícara de bacalhau desfiado e desalgado
- 1 lata de creme de leite
- 4 batatas médias
- 1 cebola média
- 2 dentes de alho
- 1/3 de xícara de salsa e cebolinha picadinha
- 1/4 de xícara de azeite
- manteiga
- sal


Preparo


Descasque as batatas, cozinhe-as e esprema, fazendo um purê. Pique a cebola em pedacinhos bem pequenos e esprema os alhos.


Pegue uma panela bem grande. Acenda em fogo alto e coloque o azeite , deixando esquentar por 30 segundos. Jogue o alho e a cebola picada. Deixe fritando, até pegar uma cor bem douradinha.






Em seguida, disponha na panela, nesta ordem: as batatas espremidas, o creme de leite, o bacalhau e a salsa e cebolinha picada. Misture bem tudo, utilizando uma colher de pau. Fique misturando direto por uns 5 minutinhos. Vá colocando sal a gosto e experimentando de tempos em tempos para verificar se o tempero está de agrado. 



Unte uma travessa e despeje todo conteúdo da panela, utilizando a colher de pau para auxiliar a distribuir a massa do gratinado. Pegue pedacinhos de manteiga e distribua pelo gratinado. Leve a travessa ao forno, utilizando as chamas que saem pela parte de cima do forno. Caso seu forno não possua estas chamas, utilize as chamas tradicionais. 





Você deve deixar o bacalhau gratinando entre 15 e 20 minutos, até ficar bem gratinado. O bacalhau estará no ponto quando estiver como o da foto:


Acompanhe uma salada de grão de bico e você não se arrependerá. Bom apetite e até a próxima!







sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Mais chocolates Suíços - Viagem Europa - 13º dia - Parte II

Digam lá, chocólatras de plantão, no último post que escrevi sobre a viagem à Europa eu falei sobre os maravilhosos chocolates Lindt que compramos diretamente em lojas na Suíça. Hoje vou falar sobre as outras marcas que tivemos oportunidade de degustar durante o breve período que estivemos neste país onde são produzidos alguns dos melhores chocolates do planeta.

Além dos chocolates Lindt, pudemos experimentar chocolates da marca Frey, que é páreo duro para os chocolates Lindt, talvez até melhor em algumas situações; e da marca M Budget, uma marca com qualidade boa (não excelente como Lindt e Frey) e preços absurdamente baratos. Da para comprar uma barra de 100 gramas por um valor equivalente à 80 centavos de real!

O segredo foi que conseguimos encontrar um mercado, andando pelas ruazinhas da Suíça. Não foi tão difícil, apesar da guia nos ter fornecido a dica errada. Foi lá que encontramos a maior variedade de chocolates pelo melhor preço.

Vou falar sobre cada um dos chocolates que compramos neste mercado.


Frey

Milch extra

Chocolate extra milk da melhor qualidade, super cremoso, derrete totalmente na boca. Essa barra de 400 gramas de puro chocolate fino custou cerca de 4 ou 5 francos suíços. Convertido para real, aproximadamente uns 13 reais. Acredite, vale a pena, é um dos melhores chocolates que você pode comer.


M Classic

Chocolate básico da Frey. Custou cerca de 1.20 francos suíços, uns 3 reais e 20 centavos. E a qualidade continua sendo muito boa, mas não chega aos pés do Milch extra.

M Classic com avelã

O mesmo do acima, mas com avelã. Muito bom. Esse custou cerca de 1.50 francos suíços. 


M Budget 

O chocolate mais barato de todos. era 35 centavos de franco suíço, então em real dava uns 80 centavos. Por 100 gramas de chocolate suíço, eu acho uma pechincha! Ah, e a qualidade continua sendo boa!






E foram estes os chocolates que experimentamos na Suíça, um melhor que o outro. Ao fim deste 13º dia, estávamos chegando em Paris, na França, cidade onde comi o prato mais fedido do mundo. Aguardem, pois este conto será memorável. Até a próxima!






quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Receita: Yakisoba de carne com macarrão Lámen

Fala galera, hoje o Mundo Gastronomic! apresenta a vocês uma receita das boas. Atire a primeira pedra quem nunca comeu um Yakisoba maravilhoso e quis saber como se faz aquela misturada de macarrão, carne e legumes que no final dá algo tão gostoso? Hoje vou ensinar a fazer está receita de origem chinesa, fácil de preparar e bastante saborosa. Toda sua família vai curtir essa, o Yakisoba de macarrão Lámen agrada todos, incluindo seu bolso.

O Yakisoba é um prato de origem chinesa, mas que também é muito visto na culinária japonesa. Seu nome significa basicamente macarrão de soba frito. Conhecido internacionalmente, este prato é geralmente preparado com macarrão do tipo sobá, mas também é comum ser preparado com macarrão talharim ou lámen.

Então, sem mais delongas, mão na massa!


Características


CategoriaCulinária chinesa
Tempo de preparoAproximadamente 30 minutos
Rendimento3 pratos moderados ou 2 pratos bem servidos
ComplexidadeSimples


Ingredientes

- 250 gramas de macarrão tipo lámen
- 200 gramas de alcatra ou filet mignon (melhor)
- 150 gramas de brócolis americano
- 150 gramas de repolho comum
- meia cebola roxa
- meia cenoura
- 100 ml de molho de soja (molho shoyo)
- sal (ou algum tempero para carnes à base de sal)
- azeite


Neste preparo, utilizei brócolis americano congelado, pela praticidade e quase não alteração no sabor, mas você pode comprar o brócolis inteiro e cortar as flores, apenas tome cuidado para não deixar talos muito compridos.



Preparo

Antes de tudo, você deve cozinhar o macarrão por um curto período de tempo, pois ele não deve ir cru para frigideira, mas muito menos muito cozidos. Pegue uma panela e coloque água o suficiente para cobrir todo o macarrão. Deixe ferver e coloque o macarrão, deixando por 2 minutos, não mais que isso. Escorra.

Descasque e corte a cenoura, picando em tirinhas. Corte a carne, também em tirinhas. Corte a cebola roxa em lâminas. A foto ao lado demonstra como devem ficar os ingredientes após cortados. 

Tempere a carne com o sal (ou o tempero) uniformemente, com bastante moderação. O molho shoyo é por demasia salgado e não queremos estragar o prato por conta do excesso de sal.

Para o fogo! Pegue a maior frigideira que você tiver (acredite, quanto maior melhor) e aplique dois filetes de azeite. Deixe esquentar um pouco, distribuindo o azeite por toda frigideira. Disponha toda carne, deixando fritando até ficar bem douradinha.



Coloque todos os legumes, misture bem junto com a carne. Deixe fritando até chegar ao ponto. Para ajudar a verificar o ponto correto, vá em intervalos de tempo experimentando um pedaço de cenoura. Se estiver duro, então ainda tem que fritar mais um pouco. 





Quando os legumes já estiverem amolecidos após grelhados por um tempo, aplique o macarrão. Distribua bem, misturando junto com os outros ingredientes. Utilize um garfo e faca para auxiliar a separar o bolo do macarrão, tomando o cuidado de deixar os ingredientes ficarem bem misturados junto com o bolo. Deixe o macarrão fritando por um tempo. 
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Por fim, aplique o molho shoyo, junto com 1/4 de um copo de 300 ml de água. Misture, misture, misture, permita que a proporção de legumes, carnes e macarrão fique bem equilibrada.







Sirva ainda quente! Abraços e até a próxima!




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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Chocolate Lindt em lojas da Suíça - Viagem Europa - 13º dia - Parte I

Eai galera da gastronomia, espero que vocês estejam ávidos para saber o que ocorreu nestes 6 dias que faltam para acabar a saborosa aventura da viagem gastronômica de 18 dias pela Europa. Esta empreitada já me rendeu ótimos histórias, como vocês podem ver em meus posts, mas o pior ainda está por vir. Sim, estamos chegando à França, país onde comemos o prato mais fedido do mundo! Mas aguardem, isto será assunto para os próximos posts.

No post de hoje vou falar sobre nossa brevíssima estadia na Suíça. Se tivermos ficado lá mais que 3 horas foi muito. É uma pena, pois deste país rico, com grande quantidade de mão de obra especializada, gostaríamos de ter trazido muito mais. Afinal, quem nunca ouviu falar do canivete suíço? Ou dos relógios da Suíça? O povo de lá se especializou ao longo dos anos na fabricação de produtos específicos, acabando por se mostrarem verdadeiros mestres no que fazem. O chocolate suíço então, nem se fala, eles fazem chocolates finos que são padrão mundial, destacando-se pela qualidade e excelência.

Se vocês bem se recordam, foi de lá que eu trouxe uma caixa de chocolates Lindt que mencionei em um post anterior. Pois bem, lá eu comprei muito, muito, muuuito chocolate. Sim, vocês me perguntam, o motivo é que o chocolate de lá está entre os melhores do mundo? Não só por isso, o outro motivo é que o chocolate de lá é muito, muito, muuuito barato. Sem exageros, você já imaginou comprar um chocolate de boa qualidade por 50 centavos? O preço de algumas barras de 100g lá, convertido em real, dava isso mesmo. Sem exagero!

Hoje não vou nem falar do que almoçamos naquele dia, pois nem vale a pena (McDonalds). Mas tenho muito a falar dos chocolates que compramos, de fato tenho tanto a dizer que nem vou entrar em detalhes sobre os chocolates como eu gostaria. Vou deixar para outros posts, onde falarei especificamente sobre cada chocolate.

Antes de falar dos chocolates, como sempre escreverei um pouco sobre a geografia e história do lugar.

Situada na Europa Central, Suíça faz fronteira com Alemanha, Itália, França, Áustria e Liechtenstein. Composta por um território de aproximadamente 41 mil m2, possui por volta de 7,8 milhões de habitantes. O povo deste país é batalhador, robusto, podendo ser considerado um povo "bravo", por assim dizer, pois sempre teve que batalhar para se estabelecer e sobreviver nas regiões geladas do país. Este país é considerado neutro, pois por possuir uma formação de montanhas e alpes que protegem o território, raramente houveram outras nações que ousaram invadir o lugar, se tornando hoje em dia cenário para diversas reuniões diplomáticas que ocorrem, como o encontro da ONU. Nos séculos mais antigos, este "bravo" povo possuía mercenários durões, que até hoje são conhecidos por terem salvado a vida do papa, ganhando o respeito da igreja. Mais detalhes podem ser vistos neste link do wikipedia.

Vamos então voltar a falar dos chocolates. No post de hoje vou falar das barras de chocolate Lindt que compramos.

Chocolates Lindt


Eu já havia experimentado este espetacular chocolate antes, mas nunca imaginei que teria a oportunidade de ir direto na fonte experimentar uns tabletes. Como já falei anteriormente neste blog, para mim é um dos melhores populares chocolates finos do mundo. 

Lindt Au Lait

Chocolate ao leite tradicional cremoso. Como todo chocolate Lindt, derrete na sua boca. 




Lindt Cresta

Chocolate ao leite com cristais crocantes. Muito bom também, para quem gosta deste estilo de chocolate.




Lindt Double Lait

Este eu não cheguei a experimentar, vou ter que deixar para falar dele depois. Mas dá água na boca só de pensar o gosto deste. Será que é parecido com o de extra milk?


Lindt Lindor

Aqui vai o melhor da seleção. Lindt Lindor ganha disparado. Chocolate ao leite com um chocolate cremoso por dentro, é um chocolate que acaba bem rápido, você não quer parar de comer. 


Lindt Milchnuss

Chocolate ao leite com avelãs. Crocante, irresistível. Não cheguei a experimentar desta barra, mas imagino que deve ter avelãs inteiras, como outro que degustei.





Esta embalagem, que veio com as 5 barras, custou se não me engano uns 10 francos suíços, que dá 8.27 euros, uns 18,74 reais. O problema foi que não comprei no mercado, e sim em uma loja de relógios, a loja da Rolex por incrível que pareça. Foi no mercado que compramos chocolate suíço à preço de banana, literalmente! Mas disto vou falar em outro post. Por enquanto me depeço com belas fotos dos alpes suíços. Valeu!





domingo, 15 de janeiro de 2012

Receita: Drumete Hot (frango frito apimentado)

Fala minha gente, a receita de hoje é especial, meio americanizada, lá eles adoram comer este tipo de coisa. São os frangos fritos apimentados, bem fácil de fazer. Ideal para comer com molho barbecue.

Características


CategoriaAperitivo
Tempo de preparoAproximadamente 1 hora e 10 minutos
Rendimento12 pedaços
ComplexidadeSimples


Ingredientes

- 1 kg. de drumete de frango
- 1 limão
- 4 dentes de alho espremidos
- 1/6 de xícara de salsinha picadinha
- 1/2 colher de sopa de açafrão moído
- 1/6 de copo de vinagre
- sal e pimenta a gosto
- óleo
- alface e rodelas de cebola roxa para decorar


Neste preparo de exemplo foram utilizadas 1/3 de colher de chá de sal e 10 pitadas de pimenta. Ficou levemente apimentado.




Preparo


Lave bem os drumetes, separando-os em um recipiente. Esprema o limão, depositando o sumo em um copo. Misture no mesmo copo com o vinagre e regue os drumetes. Aplique o alho, o sal e a pimenta. Misture tudo utilizando as mãos, aplicando o tempero uniformemente. Aplique a salsa em ambos os lados dos drumetes. Por último, aplique o açafrão, tomando o cuidado de aplicar em ambos os lados, uniformemente nos drumetes. Misture bem utilizando uma colher de pau. Ao fim, os frangos deverão ficar com a aparência das fotos.

Será necessário deixar os drumetes temperando nesta solução por 30 minutos, para pegar bem o gosto.


Pegue uma panela de pressão e despeje o óleo. Tem que ser uma quantidade que de para cobrir os drumetes completamente. Esquente o óleo e quando estiver quente, deposite os drumetes, um a um. Tampe a penela e deixe os drumetes fritando por cerca de 30 minutos, conferindo de tempos em tempos. Quando estiverem bem douradinhos, eles estarão no ponto.




Aplique papel toalha em uma travessa, de forma que fique completamente coberta. Enfeite com o alface e as cebolas, em um dos cantos de cada lado. Vá pegando os drumetes um a um, removendo o excesso de óleo, e depositando-os na travessa. Ao final, seus drumetes deverão ficar com esta aparência.



Aplique bastante molho barbecue!






sábado, 14 de janeiro de 2012

Cerveja Belga: Stella Artois

Vou falar desta cerveja hoje pois apesar de ser uma cerveja de origem belga, pode ser facilmente encontrada no Brasil, pois é produzida em nosso país. A Bélgica é conhecida por possuir talentosos mestres cervejeiros. Aliais, muitas cervejas daquela região são consideradas cervejas premium, pois as águas são puras e de ótima qualidade, nos trazendo como resultado maravilhas como a Stella Artois.

Sobre a cerveja

Introduzida no mercado em 1926, foi inicialmente vendida como uma cerveja sazonal, produzida especialmente para uma campanha de natal. Aconteceu que o seu sucesso foi inquestionável, sendo vendida cada vez mais a cada ano que se passava, então logo a cerveja foi posta em linha de produção permanente, sendo produzida até hoje.

A menção do ano 1336 em seu rótulo é em relação ao ano em que se iniciou a fermentação de cervejas na cidade de Leuven, cidade onde se originou a cerveja. Surgiu então a cervejaria "Den Hoorn", produzindo a cerveja que veio a se torna simbolo da Bélgica.

Tempos depois, em 1717, a histórica cervejaria "Den Hoorn" foi comprada pelo mestre cervejeiro Sebastian Artois, tendo o seu nome mudado para cervejaria Artois. Sua tradição foi então passada de geração a geração até que o nome da família foi eternizado em uma das melhores cervejas do mundo moderno.

Na atualidade, a cerveja carrega em sua bagagem mais de 600 anos de tradição. Devemos isto aos esforços dos mestres cervejeiros e pessoas que passaram o conhecimento centenário de geração a geração, até atingir o padrão de qualidade que conhecemos hoje.


Especificações


Teor alcoólico: 5,2%
Tipo: Premium Lager
Temperatura ideal: 0-4 ºC

Esta cerveja possui um sabor leve, porém marcante. Se você não gosta de cervejas muito amargas, vai se dar bem com esta, pois seu sabor é bem balanceado, ideal para todos os tipos de apreciadores de cervejas. O seu custo aqui no Brasil não é tão caro, podendo ser encontrada por 2 reais e alguns centavos em seu formato long neck.

Se você por acaso ainda não experimentou esta excelente cerveja (nossa, em que mundo você vive? hehe), vá correndo até o mercado pegar a sua. Você não vai se arrepender, pois essa é considerada por muitos a melhor cerveja do mundo!

Tem um vídeo sobre como servir a cerveja que vale muito a pena ver, se você tiver um tempinho. É marketing da melhor qualidade! Direto do site oficial da cerveja. Aqui vai o link: http://www.stellaartois.com/about-stella-artois-506/.

É isso pessoal, me despeço por aqui, abraços!



ReferênciasSite oficial, wikipediawww.brejas.com.br



quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Receita: Batatas recheadas

Bom dia para todos! Espero que estejam com seus estômagos preparados, pois hoje o Mundo Gastronomic começa o dia com uma receita simples e rápida para você preparar no almoço: Batatas recheadas. Um prato que aprendi vendo um prato de restaurante e adaptando para algo mais caseiro. Super tranquilo de fazer!


Características


CategoriaPrato rápido
Tempo de preparoAproximadamente 30 minutos.
Rendimento2 porções por batata
ComplexidadeMuito simples, mas requer habilidade para não "rachar" as batatas


Ingredientes

Adicionar legenda

- Batatas de tamanho médio ou grande. Não usar batatas pequenas.
- Requeijão (catupiry se possível)
- Queijo parmesão ralado
- Peito de peru
- Orégano
- Sal




Medidas: você deve estar se questionando quais medidas usar de cada ingrediente. Isso vai depender muito do tamanho das batatas que você usar. Para duas batatas médias como da foto acima, usei: uma colher de sopa caprichada de requeijão, meia xícara de queijo parmesão ralado, uma fatia e meia de peito de peru e uma colher de sopa de orégano.


Preparo


Cozinhe as batatas com casca e tudo por cerca de 20 minutos, até que você consiga fincar até metade de um garfo na batata. A batata não poderá nem ficar muito dura, pois dessa maneira você não conseguirá cavar a cavidade onde ficará o recheio, nem muito mole, pois assim ela acabará ficando muito quebradiça e irá desmanchar.


Corte as batatas no meio, como na imagem, de uma forma que ambos os lados fiquem do mesmo tamanho. Tome o cuidado de deixar a base com o tamanho maior, como na figura.






Utilizando uma colher pequena, abra uma cavidade na batata, tomando o cuidado de deixar uma borda razoável. Mão leve nesta hora, qualquer movimento em falso e você irá quebrar a batata e aí já era. Seu objetivo principal é conseguir cavar a cavidade sem desmanchar a batata. Aplique um pouco de sal na cavidade e na borda.





Uma vez aberta a cavidade onde ficará o recheio, comece a aplica-lo. Comece pelo requeijão. Utilizando uma colher pequena, aplique o requeijão utilizando a colher para nivelar. Cerca de metade da cavidade deverá ficar preenchida com o requeijão.





Aplique o queijo parmesão até preencher praticamente a metade restante da cavidade. Olhe a figura ao lado para ter uma idéia.








Aplique pedacinhos do peito de peru por cima queijo parmesão. Sempre tomando o cuidado de deixar o espaço da borda.







Aplique mais queijo parmesão ralado por cima do peito de peru e por fim o orégano. Pode caprichar. No fim, a batata ficará como a da foto.






Leve ao forno. Para o melhor resultado, o ideal é utilizar o fogo que fica na parte de cima do forno, caso seu forno tenha essa opção. Caso não tenha, não tem problema, mas muita atenção para não queimar as batatas. Utilizando a parte de cima, a batata deverá ficar de 10 a 15 minutos gratinando, cheque de tempos em tempos. No fim, a batata deve ficar como a da foto: