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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Um cantinho do oriente em Paris - Viagem Europa - 15º dia - Parte II

Fala minha gente boa, como vão? Para vocês que estão acompanhando a viagem gastronômica de 18 dias pela Europa, devem se lembrar que o início deste 15º dia não teve um gosto nada agradável. Muito menos o cheiro. Só dando uma olhada no post anterior para entender.

Neste dia, após passar por diversos pontos turísticos de Paris, como o Rio Sena, Museu do Louvre, torre Eiffel, a Champs Elysee, Notredame, e diversos outros pontos, precisávamos nos recuperar do fiasco que havia sido o almoço. Eu e uma mulher da excursão havíamos comido o pútrido Andouillette, estávamos o dia inteiro sem conseguir comer mais nada, tamanho era o nojo que sentimos após comer o prato mais fedido que Paris tinha a nos oferecer.

Para nos recuperarmos deste trauma, não só eu, mas todos os integrantes da excursão que nos acompanhavam, fomos todos procurar um bom restaurante. Mas qual? Havíamos aprendido à duras penas que não devíamos comer em qualquer lugar. Após muito pensar, também, sem muitas opções, decidimos ir a um restaurante japonês que ficava a poucos metros do hotel. É isto mesmo, um restaurante japonês em plena Paris. E desta vez acertamos, pois a comida funcionou quase como um bálsamo restaurador para limpar nossas almas. Que beleza era esse restaurante japonês que fomos.

Lamentavelmente não anotei o nome do lugar. Peço desculpas, fico devendo esta, mas eu tenho uma desculpa: a fome era grande.

Chegando no restaurante, a apresentação foi boa. Falando em inglês, como na maioria dos lugares em que estivemos em Paris, pedimos uma cervejinha japonesa para experimentar.

Kirin Ichiban


O nome da cerveja era Kirin Ichiban. Nada de mais, mas o gosto era diferente, parecia leve, refrescante, caiu muito bem. Ela não é menos alcoólica do que outras cervejas, mas mesmo assim tem um gosto bem leve. Vale a pena experimentar essa cerveja, ela aqui no Brasil pode ser encontrada em lojas que vendem cervejas importadas.






Enquanto tomávamos esta ótima cerveja, pedimos os pratos principais. Acabamos, eu e Carol, pedindo uma espécie de combo onde vinha um prato com sushi de salmão, sushi de atum e outros sushis, outro prato com espetinhos de sabores variados, e ainda duas entradas, a tradicional sopa japonesa, missoshiro, e repolho temperadinho. Ainda veio um arroz para acompanhar tudo.


Entradas: missoshiro e repolho temperadinho


A sopa missoshiro, esta tradicional sopa japonesa é feita de cogumelos, legumes e misso, um ingrediente tradicional da culinária japonesa, preparado a partir da fermentação de arroz.

A sopa caiu muito bem para tirar o gosto do Andouillette. Foi o primeiro passo para a recuperação.


Deste repolho nem se fala. Temperado com um molho que parecia feito a base de vinagre, foi bom para enganar a fome avassaladora que rolava. Preparou o estômago para o que estava por vir, o prato principal.







Prato principal


O prato principal foi o combo de sushis, o arroz e os espetinhos. Os sabores dos espetinhos da foto: carne com queijo, carne e frango. Tudo bem leve, apesar dos espetinhos serem fritos, de boa qualidade e bastante restaurador. Graças a esta refeição quase conseguimos esquecer o trauma que foi comer o Andouillette. Além disso a companhia era boa e a risada rolava solta. Para comemorar tudo isso, pedimos mais uma Kirin Ichiban. Após plenamente satisfeitos, pedimos a conta.

Na hora de vir a conta, uma surpresa. Mas não uma surpresa ruim! A conta deu praticamente o mesmo preço que havia dado a conta no restaurante francês, com a pequena diferença. A conta, já dividida, deu por volta de 30 euros. É claro, que a refeição foi um milhão de vezes melhor. Mas, é como eu digo, comer o Andouillette serviu para eu conhecer, entender, afinal, nem todas as coisas deste mundo são boas, e temos que saber identificar as ruins, não concorda?

Vou terminando o post por aqui. Não perca o fim desta viagem magnífica, no próximo post sobre essa viagem vou falar sobre o almoço que fizemos em um barco bem grande, indo direto em direção à Londres. A Inglaterra reservava muitas batatas para nós. Até lá!




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