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sábado, 10 de dezembro de 2011

Paella em Toledo - Viagem Europa - 4º dia - Parte I






Bom dia galera! Foi um sábado nublado aqui no Rio de Janeiro, um bom dia para ficar em casa escrevendo no blog. O post de hoje é sobre o 4º dia de viagem, já na Espanha, uma terra rica em sabores. Eu falo sério, o azeite da Espanha é o melhor do mundo.

Neste dia fizemos uma visita à Toledo, uma cidade que foi a capital da Espanha até 1561, quando o rei Felipe 2º fez de Madrid a capital do país. É uma belíssima cidade medieval, onde até hoje são produzidas espadas. Foi neste lugar que foram produzidas as espadas dos filmes da trilogia "Senhor dos Anéis". A cidade é muito bonita e possui diversos restaurantes com diversos tipos de comida. Mas a mais popular, a que podíamos ver em cada esquina, foi a famosa Paella.


Este restaurante da primeira foto é um dos mais famosos em Toledo, restaurante Santo Tomé. Neste lugar se pode experimentar os famosos Mazapáns. São uns doces feitos de amêndoas e açúcar. Eu não cheguei a comer, então peguei uma foto do wikipedia. 


Nós visitamos diversos pontos turísticos de Toledo, inclusive a fábrica de espadas, impressionante mesmo. Mas toda essa excursão deu uma baita fome, estávamos na metade do percurso e o estômago já estava reclamando em voz alta! Assim que a guia liberou a gente, fomos direto procurar um restaurante.

Se vocês leram o post de ontem, vão se lembrar e devem estar se perguntando até agora qual foi a tal decepção que tivemos em Toledo. Agora vou lhes contar: fomos super mal atendidos no restaurante que fomos. Eu estava crente que ia comer uma excelente Paella, mas na verdade não foi grandes coisas. O vinho estava muito bom e a média teria sido boa se não fosse o péssimo atendimento.

Para entender este ocorrido tenho que contar a história completa. Primeiro, no meio da rua havia um homem fazendo propaganda deste restaurante que fomos. Ele falou que tinha Paella com bons preços e que uma Paella dava para duas pessoas. Isso atraiu o grupo que estava com a gente. Chegando lá, um garçom nos recebeu e providenciou os lugares. Perguntamos se a Paella realmente dava para duas pessoas, mas a resposta foi diferente. O garçom afirmou que a Paella era muito pequena, 200 gramas, e por isso dava para apenas uma pessoa. Então resolvemos pedir duas, como minha Esposa não pode comer frutos do mar, pedimos uma de frango para ela e uma de frutos do mar para mim. Enquanto esperávamos pedi uma taça de vinho da casa.

Após uma breve espera degustando aquele ótimo vinho (estava tudo indo bem até então), chegaram as Paellas. Abaixo na foto, a Paella de frango. Sinceramente, não haviam apenas 200 gramas ali. Dependendo da fome da pessoa, até dava para um comer, mas também dava para dividir em um casal, o garçom podia ter avisado. Como não estávamos com muita fome, pedi para embrulhar a Paella de frutos do mar para levar.


O gosto. Bem temperada, até gostei, mas sinceramente já havia experimentado Paellas melhores aqui pelo Brasil. Minha esposa também não se surpreendeu. Sem falar que a de frutos do mar, quando comi no quarto do hotel, estava bem escassa de frutos do mar.

Ao final pedimos a conta, mas mais uma surpresa. A conta não podia ser dividida. A garçom estava com uma tremenda má vontade para nos ajudar nesta hora, ele foi bem claro: "una mesa, una cuenta". Tivemos que coçar os bolsos para pegar a quantia certa em dinheiro. Pelo menos não foi tão caro, 13 euros cada Paella, 3 da taça de vinho e 1.50 da água.

Ao final desta excursão e pequena decepção, partimos em direção ao ônibus da excursão. Ainda acabei torcendo meu pé no caminho. Mas tudo bem, em excursão assim a gente tem que levar tudo na esportiva!

E assim chegamos ao fim de mais uma etapa de nossa viagem. Mais tarde, neste dia, como fiquei frustado com este almoço, decidimos sair por Madrid em busca de algum restaurante decente. Fiquem atentos para acompanhar o resto da aventura amanhã!

Termino o post com algumas belas fotos de Toledo.

Até amanhã!







1 comentários:

  1. Estao muito interessante os relatos! Esperamos que a memória continue vivida e a língua afiada.

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